Vivemos em um tempo em que grandes narrativas disputam a atenção das pessoas.

Conflitos amplificados, cenários catastróficos, histórias que capturam o medo e afastam o ser humano do cultivo da própria consciência.

Quando homens e mulheres se dissolvem nesses enredos, perdem o centro.
Passam a sobreviver, não a viver.
Orbitam a própria existência sem direção, sem presença, sem evolução.

Muitos desistem nas primeiras barreiras, paralisados pela expectativa de um grande colapso, de uma guerra, de um evento que sempre parece estar por vir.

Mas de que adianta sobreviver sem viver de verdade?
O que significa existir sem possuir a própria vida, sem conduzir a própria consciência?

Para mim, pequeno é o homem que se curva às histórias que lhe contam, em vez de sustentar sua força interior e fazer a sua parte por um mundo melhor.

A verdadeira revolução começa na consciência.




Comentários

Postagens mais visitadas